
Dos 223 municípios da Paraíba, 48
estão classificados no grupo de alto risco de contaminação de dengue, conforme
o Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgado nesta
terça-feira (2). Do Cariri, a única cidade listada no grupo de alto risco foi o
município de São João do Cariri.
O documento confirma o registro
de dois óbitos por degue em 2013, ocorridos em João Pessoa e Arara. Ao todo, a
SES recebeu notificação de sete óbitos, mas um já foi descartado e, além das
duas confirmações, os outros quatro continuam sob investigação.
A gerente executiva de Vigilância
em Saúde da SES, Talita Tavares, explicou que o grupo I é o chamado grupo de
alto risco, que é o grupo dos municípios que apresentaram óbito por dengue no
período entre o dia 1 de janeiro e 30 de março, alta taxa de incidência em
2013, com o Índice de Infestação Predial (IIP) maior que 3,9%.
Segundo o Boletim Epidemiológico,
foram classificados como grupo I os municípios de Alhandra, Bayeux, Bom
Sucesso, Brejo dos Santos, Cabedelo, Conde, João Pessoa, Sapé, Araçagi,
Araruna, Dona Inês, Solânea, Campo de Santana, Damião, São João do Cariri,
Catingueira, Emas, Maturéia, Patos, Santa Luzia, São Mamede, Teixeira, Várzea,
Diamante, Nova Olinda, Olho d’Água, Santana de Mangueira, Santana dos Garrotes,
Lagoa, Bernardino Batista, Bonito de Santa Fé, Cajazeiras, Poço de José de
Moura, Santa Helena, Santarém, São João do Rio do Peixe, Santa Cruz, Água
Branca, Imaculada, Juru, Manaíra, Itabaiana, Salgado de São Félix, Itapororoca,
Arara, Esperança, Remígio e Riacho de Santo Antônio.
“Os municípios apresentaram alta
incidência de dengue nestas primeiras semanas epidemiológicas avaliadas e isso
significa um número maior de casos notificados, com alta taxa de
transmissibilidade da doença quando junto analisamos o IIP que nestes 48
municípios está acima de 3,9%”, comentou Talita.
Os municípios classificados no
grupo II, foram Aparecida, Baraúna, Barra de Santa Rosa, Barra de Santana, Boa
Ventura, Boa Vista, Bom Jesus, Caldas Brandão, Casserengue, Catolé do Rocha,
Caturité, Coremas, Cuité, Duas Estradas, Itaporanga, Lagoa Seca, Malta,
Mataraca, Monteiro, Nova Palmeira, Pedra Branca, Piancó, Picuí, Prata, São João
do Tigre, São José de Espinharas, São José do Sabugi, Sertãozinho, Sousa e
Uiraúna. Esses municípios não tiveram registros de óbito por dengue neste
período nem nos úlitmos dois anos, além de IIP baixo.
Segundo Talita Tavares, em 2013
esses municípios já sinalizam casos notificados e positivos para o agravo e com
o IIP caracterizando alerta para as ações de campo da vigilância ambiental de
forma a evitar o aumento da taxa de transmissibilidade da doença.
Já os municípios de Aguiar,
Alagoa Grande, Areial, Aroeiras, Bananeiras, Brejo do Cruz, Caiçara, Campina
Grande, Cubati, Desterro, Guarabira, Gurinhém, Jacaraú, Lagoa de Dentro,
Lucena, Mamanguape, Mari, Mulungu, Pirpirituba, Pocinhos, Pombal, Queimadas,
Santa Rita, São José dos Ramos, Soledade, Tavares e Triunfo, foram enquadrados
no grupo III, o grupo de baixo risco, sem óbitos e com IIP entre 1% e 3,9%.
Os demais 117 municípios
paraibanos foram classificados como grupo IV, municípios ‘silenciosos’ em 2013
para dengue, ou seja, sem óbitos por dengue em 2013 e sem informação do IIP.
Casos de dengue
Nos três primeiros meses de 2013
a SES notificou 2.289 casos suspeitos de dengue na Paraíba, com 631 já
confirmados para dengue clássica e 129 casos descartados. Os dados constam do
Boletim Epidemiológico, segundo o qual foram registrados quatro casos de febre
hemorrágica da dengue, 17 de dengue com complicações e dois de síndrome do
choque da dengues já notificados.
Conforme o boletim divulgado
nessa terça-feira (2), o caso de óbito por dengue descartado foi registrado em
João Pessoa, enquanto os quatro casos em investigação foram notificados nos
municípios de Salgado de São Félix, Conde, João Pessoa e Santa Rita.
Com G1
São João do Cariri é a cidade da região com alto risco de contaminação pela dengue na Paraíba
Reviewed by Francisco Júnior
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00:31
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3 comentários:
Esclarecimento sobre IIP no município de São João do Cariri. Divulgado dia 04/04/2013.
5ª GRS-Monteiro-Os índices de infestação predial em São João do Cariri não corre nenhum risco de uma epidemia (dependendo do fluxo de pessoas vindas de outras regiões podem ocorrer surtos ou epidemias) com base nos dados da secretaria de saúde do município (1,7% de imóveis positivos) de todos os casos notificados por este município apenas três casos foram confirmado pelo LACEN, laboratório da rede oficial, referencia para o MS- Ministério da Saúde. Os demais casos notificados foram descartados, mesmo assim toda noticia divulgada pela imprensas é válida, pois faz com que o gestor tenha mais atenção aos profissionais que desempenham a função de vigilância a estas endemias sejam mais cobrado e mais valorizado, sem esquecer que a maior parcela será da nossa população, sem a mesma jamais combateremos este vetor, quanto ao produto utilizado, o seu processo é lento mesmo, e só aos poucos vai atrofiando as larvas do mosquito, não lhe dando mais condições para seu desenvolvimento biológico, esse produto o DIFLUBENZURON, foi aprovado e testado pelo SVS (sec. de vigilância em saúde) e aprovado pelo MS-Ministério da Saúde e Secretária Municipal de Saúde-PB.
Antonio Anizio dos Santos (téc operacional das atividades de controle de vetores)
07:45:00
Esclarecimento sobre IIP no município de São João do Cariri. Divulgado dia 04/04/2013.
5ª GRS-Monteiro-Os índices de infestação predial em São João do Cariri não corre nenhum risco de uma epidemia (dependendo do fluxo de pessoas vindas de outras regiões podem ocorrer surtos ou epidemias) com base nos dados da secretaria de saúde do município (1,7% de imóveis positivos) de todos os casos notificados por este município apenas três casos foram confirmado pelo LACEN, laboratório da rede oficial, referencia para o MS- Ministério da Saúde. Os demais casos notificados foram descartados, mesmo assim toda noticia divulgada pela imprensas é válida, pois faz com que o gestor tenha mais atenção aos profissionais que desempenham a função de vigilância a estas endemias sejam mais cobrado e mais valorizado, sem esquecer que a maior parcela será da nossa população, sem a mesma jamais combateremos este vetor, quanto ao produto utilizado, o seu processo é lento mesmo, e só aos poucos vai atrofiando as larvas do mosquito, não lhe dando mais condições para seu desenvolvimento biológico, esse produto o DIFLUBENZURON, foi aprovado e testado pelo SVS (sec. de vigilância em saúde) e aprovado pelo MS-Ministério da Saúde e Secretária Estadual de Saúde-SES-PB.
Antonio Anizio dos Santos (téc operacional das atividades de controle de vetores)
07:45:00
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